Amplificação paga do acervo orgânico para construir autoridade e abastecer o remarketing da esteira.
Novo split entre vídeo e engajamento. Mais peso no adensamento de público engajado.
O ad set aberto canibalizava o próprio público no leilão. Eliminado.
Consolidação de verba para sair do "learning limited" e estabilizar a entrega.
Mira por cruzamento de camadas em vez de empilhar interesses. Público menor e qualificado.
Semelhante aos compradores do low-ticket R$47 entra no arranque — a mira mais forte.
Fora "direito bancário", "OAB" e "marketing jurídico": puxavam concurseiro e consumidor final e contaminavam a captação.
A polêmica de OAB vai para ad set de alcance, com a audiência fora do pool de remarketing.
KPIs recalibrados para o custo real do nicho jurídico, que é mais caro do que o V1 assumia.
Reels + Feed (IG/FB). Audience Network cortado — origem de impressão barata e rasa.
O conteúdo orgânico do Gui já passou pelo filtro mais caro que existe: a validação real da audiência.
Amplificar o que já performou é comprar alcance de um criativo testado — não apostar no escuro. O risco criativo já foi pago pela audiência orgânica.
O ativo gerado não é o alcance de hoje. É o estoque de público quente qualificado — quem assistiu os vídeos e quem engajou — que abastece o remarketing da esteira (R$47 → back-end) nos meses seguintes, com custo muito menor.
O Reels de 29/06 segue subindo em velocidade orgânica. Sobe hoje como âncora da campanha: o Meta entrega mais barato um criativo que prova retenção em tempo real.
Semelhante de 1% a 2% sobre quem comprou o low-ticket. Reels do núcleo — dor-espelho e autoridade.
Tema jurídico cruzado (AND) com posição de dono de negócio. Reels do núcleo de gestão e liderança.
2 carrosséis de prova social mais os reels rodando como engajamento de post, sobre a mesma interseção de dono qualificado.
Objetivo de alcance, não engajamento profundo. A audiência fica excluída do pool de remarketing — alcance limpo, sem contaminar o ativo.
Alcance alto, mas engajamento movido por indignação. Geram público quente fraco — atenção que não vira intenção de compra. Por isso ficam segregados no ad set de alcance (B2), com a audiência fora do pool de remarketing.
A campanha constrói camadas de público de vídeo por profundidade de visualização, somadas aos engajadores das duas redes e à semente extra de compradores. Esse é o produto real da operação.
Remarketing direto do low-ticket R$47 e do back-end da esteira — público já aquecido pelo conteúdo.
Semente para públicos semelhantes de 1% a 3%, expandindo a aquisição fria com base no que já converte.
Leitura e recalibração do CPM real da conta. Calibragem da entrega no leilão do nicho.
Acúmulo de público — engajadores e Video Viewers ganham volume utilizável.
Ativa o lookalike de Video Viewers, com seed mínimo de 1.500 em VV75.
Motor de remarketing com frequência saudável, pronto para plugar na esteira de venda.
Reels + Feed em IG e FB. Audience Network cortado — impede o motor de comprar impressão barata e rasa que infla o número sem gerar público real.
Medir a entrega por demografia — faixa 18–44 com os interesses certos. Se o público real fugir do alvo, recalibrar antes de escalar.
Usar retention ≥ 75% para separar público qualificado de "barato e raso". Volume sem retenção não vira estoque de remarketing.
Plantar UTM e parâmetro de origem para atribuir a venda da esteira de volta ao criativo de nutrição — fecha o furo de atribuição que já aconteceu na Advocacia low-ticket.
Distribuição pura: sem link e sem conversão. O objetivo é nutrir e construir autoridade. Os CTAs orgânicos — "comenta 007", "link na bio" — não afetam a campanha, que roda por retenção de vídeo e engajamento.